Mundo | segunda-feira, 30 de maio de 2011

O Egito pós-Mubarak e a abertura da fronteira com Gaza

Após a renúncia do ditador Hosni Mubarak, em fevereiro deste ano, depois dos violentos protestos ocorridos no Egito e que desencadearam uma série de levantes no mundo árabe, o país começa a dar sinais de mudança em sua política externa e interna. A junta militar, que governa interinamente o Egito, anunciou a abertura permanente da fronteira com Gaza. O bloqueio, que durava quatro anos, foi imposto por Mubarak, que cooperava com o bloqueio imposto por Israel. Os palestinos estavam isolados desde 2007, quando o grupo islâmico Hamas assumiu o controle de Gaza. Internamente, o Egito vive uma preocupante alta nos preços dos alimentos, uma taxa de desemprego perto de 30% e espera a retomada do turismo, uma importante e tradicional fonte de renda.


6 comentários | Comentar

  1. 6 Luiz Carlos de Oliveira Leme 30/05/2011 16:50

    Como seria bom se os povos deste planeta vivessem em paz.
    O sorriso da criança mostrando o passaport diz tudo, vale mais
    um sorriso do que mil palavras

  2. 5 Wendel 30/05/2011 21:39

    Se a ONU ainda continua representando alguma coisa, que então exija que seja cumprida suas Resoluções, e que não haja mais Apartheid!
    Aos países que a compôem, um lembrete:
    Que sejam menos hipócritas e dêem uma solução aos conflitos do Oriente Médio!

  3. 4 marcos 31/05/2011 13:26

    Ao longo da existencia da humanidade as intolerancias, ganancias ou sisplesmente este bicho que nos habita, transforma pequenas questões em conflitos horriveis, onde quem mais sofre, saõ os indefesos, justamente numa região onde a religião e tratada com excesso de fanatismo, independente do lado, não sendo esta a função de qualquer religião.

  4. 3 marcos 31/05/2011 13:26

    Ao longo da existencia da humanidade as intolerancias, ganancias ou sisplesmente este bicho que nos habita, transforma pequenas questões em conflitos horriveis, onde quem mais sofre, saõ os indefesos, justamente numa região onde a religião e tratada com excesso de fanatismo, independente do lado, não sendo esta a função de qualquer religião.

  5. 2 Américo Vespúcio Ribeiro de Oliveira 31/05/2011 13:45

    Vocês esqueceram de registrar o aumento do número de igrejas coptas queimadas durante o embalo destas demonstrações populares. A pobreza egípcia é outra faceta pouco relatada. Cristãos pobres se tornam extremamente vulneráveis a entidades como a irmandade islâmica. Sempre vemos o que nos interessa. Esta propaganda toda de que tudo vai bem interessa a quem?

  6. 1 antonio 01/06/2011 14:36

    Egito/Palestina

 

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