O Egito pós-Mubarak e a abertura da fronteira com Gaza
Após a renúncia do ditador Hosni Mubarak, em fevereiro deste ano, depois dos violentos protestos ocorridos no Egito e que desencadearam uma série de levantes no mundo árabe, o país começa a dar sinais de mudança em sua política externa e interna. A junta militar, que governa interinamente o Egito, anunciou a abertura permanente da fronteira com Gaza. O bloqueio, que durava quatro anos, foi imposto por Mubarak, que cooperava com o bloqueio imposto por Israel. Os palestinos estavam isolados desde 2007, quando o grupo islâmico Hamas assumiu o controle de Gaza. Internamente, o Egito vive uma preocupante alta nos preços dos alimentos, uma taxa de desemprego perto de 30% e espera a retomada do turismo, uma importante e tradicional fonte de renda.
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Foto: AP Photo/Amr NabilMenino palestino mostra o passaporte de seu pai na administração da fronteira entre Egito e Gaza, na cidade de Rafah. 28 de maio de 2011. -

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Foto: REUTERS/Suhaib SalemCrianças palestinas esperam para atravessar a fronteira de Rafah, no sul da Faixa de Gaza. 28 de maio de 2011. -

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Foto: REUTERS/Suhaib SalemPalestinas esperam para atravessar a fronteira de Rafah, no sul da Faixa de Gaza. 28 de maio de 2011. -

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Foto: REUTERS/Suhaib SalemFuncionário fiscaliza passaporte de palestinos na administração da fronteira entre Egito e Gaza, na cidade de Rafah. 28 de maio de 2011. -

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Foto: REUTERS/Ibraheem Abu MustafaPalestinos participam de um comício na porta do posto fronteiriço de Rafah, no sul da Faixa de Gaza. O comício foi organizado pelo movimento Hamas para agradecer o Egito por reabrir a fronteira com Gaza. 28 de maio de 2011. -

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Foto: REUTERS/Ibraheem Abu MustafaCrianças palestinas esperam para atravessar a fronteira de Rafah, no sul da Faixa de Gaza. Egito, 29 de maio de 2011. -

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Foto: REUTERS/Ibraheem Abu MustafaPolicial do Hamas monta guarda perto de soldados egípcios no posto fronteiriço de Rafah, no sul da Faixa de Gaza. 28 de maio de 2011. -

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Foto: REUTERS/Ibraheem Abu MustafaMenino palestino dorme no chão enquanto espera com a sua família para atravessar para o Egito. 29 de maio de 2011. -

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Foto: REUTERS/Suhaib SalemPolicial do Hamas verifica passaporte de passageiros palestinos na fronteira de Rafah, no sul da Faixa de Gaza. 28 maio 2011. -

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Foto: AFP PHOTO/SAID KHATIBHomem assiste comício em apoio ao Egito por reabrir a fronteira com Gaza, em 28 de maio de 2011. Egito reabriu a fronteira, permitindo principalmente palestinos de atravessar livremente pela primeira vez em quatro anos. -

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Foto: Peter Macdiarmid/Getty ImagesEstátua do ex-presidente Hosni Mubarak (esquerda) danificada durante protestos no Egito. 29 de maio de 2011. -

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Foto: REUTERS/Asmaa WaguihPolicial protege região das pirâmides à 30 km ao sul do Cairo. Egito, 23 de maio de 2011. -

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Foto: Peter Macdiarmid/Getty ImagesCartaz anuncia empreendimento imobiliário na Cidade 6 de Outubro. Egito, 29 de maio de 2011. -

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Foto: Peter Macdiarmid/Getty ImagesVisitantes descansam na grande pirâmide de Quéops. Egito, 28 de maio de 2011. -

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Foto: Peter Macdiarmid/Getty ImagesVeículos passam por construções perto da cidade do Cairo. Egito, 29 de maio de 2011. -

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Foto: Peter Macdiarmid/Getty ImagesJovem no vilarejo de El Saman, próximo a grande pirâmide de Quéops. Egito, 28 maio de 2011. -

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Foto: Peter Macdiarmid/Getty ImagesVisitantes tiram fotografias na pirâmide de Miquerinos. Egito, 28 de maio de 2011. -

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Foto: Peter Macdiarmid/Getty ImagesPoliciais do turismo sentados à sombra de uma árvore na cidade do Cairo. Egito, 27 de maio de 2011. -

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Foto: Peter Macdiarmid/Getty ImagesProprietário em sua loja de câmeras antigas. Cairo, Egito, 27 de maio de 2011. -

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Foto: Peter Macdiarmid/Getty ImagesFuncionário do Mc Donald's durante entrega de lanches na cidade do Cairo. Egito, 27 de maio de 2011. -

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Foto: Peter Macdiarmid/Getty ImagesHomens bebem café e fumam narguilé na cidade do Cairo. Egito, 27 de maio de 2011. -

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Foto: Peter Macdiarmid/Getty ImagesBancas de roupas em mercado popular na cidade do Cairo. Egito, 27 de maio de 2011. -

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Foto: Peter Macdiarmid/Getty ImagesPassageiros em estação de metrô na cidade do Cairo. Egito, 28 de maio de 2011. -

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Foto: Peter Macdiarmid/Getty ImagesEstátua do ex-presidente Hosni Mubarak danificada durante protestos no Egito. 29 de maio de 2011.
6 comentários | Comentar
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6 Luiz Carlos de Oliveira Leme 30/05/2011 16:50
Como seria bom se os povos deste planeta vivessem em paz.
O sorriso da criança mostrando o passaport diz tudo, vale mais
um sorriso do que mil palavras
5 Wendel 30/05/2011 21:39
Se a ONU ainda continua representando alguma coisa, que então exija que seja cumprida suas Resoluções, e que não haja mais Apartheid!
Aos países que a compôem, um lembrete:
Que sejam menos hipócritas e dêem uma solução aos conflitos do Oriente Médio!
4 marcos 31/05/2011 13:26
Ao longo da existencia da humanidade as intolerancias, ganancias ou sisplesmente este bicho que nos habita, transforma pequenas questões em conflitos horriveis, onde quem mais sofre, saõ os indefesos, justamente numa região onde a religião e tratada com excesso de fanatismo, independente do lado, não sendo esta a função de qualquer religião.
3 marcos 31/05/2011 13:26
Ao longo da existencia da humanidade as intolerancias, ganancias ou sisplesmente este bicho que nos habita, transforma pequenas questões em conflitos horriveis, onde quem mais sofre, saõ os indefesos, justamente numa região onde a religião e tratada com excesso de fanatismo, independente do lado, não sendo esta a função de qualquer religião.
2 Américo Vespúcio Ribeiro de Oliveira 31/05/2011 13:45
Vocês esqueceram de registrar o aumento do número de igrejas coptas queimadas durante o embalo destas demonstrações populares. A pobreza egípcia é outra faceta pouco relatada. Cristãos pobres se tornam extremamente vulneráveis a entidades como a irmandade islâmica. Sempre vemos o que nos interessa. Esta propaganda toda de que tudo vai bem interessa a quem?
1 antonio 01/06/2011 14:36
Egito/Palestina